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UMA EPIDEMIA DE MITOS SOBRE A OBESIDADE
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PUBLICADO PELO THE CENTER FOR CONSUMER FREEDOM, JUNHO DE 2004 |
“O maior problema
com essas estatísticas
do tipo “obesidade
mata” é a falta de
argumentos de evidências
que possam sustentá-las”
— Harvard Health Policy Review, 2003
Uma maciça retórica sobre a “Epidemia de Obesidade” atingiu, ela própria, proporções epidêmicas. Advogados vêem cada vez mais os sinais dos dólares onde o resto de nós vê o jantar. Ativistas e burocratas têm proposto "soluções radicais" como limitações de zonas específicas em restaurantes e lojas de conveniência, assim como impostos extras e etiquetas de advertência em determinados alimentos.
Baseando-se em publicações revisadas e em estimados peritos em saúde, há muitos pesquisadores e experts questionando ativamente a bravata da Obesidade. Você já ouviu que a Obesidade mata 400.000 americanos por ano? Que isto custa $117 bilhões? Que 65 por cento dos americanos estão acima do peso ou obesos? Acontece que estas estatísticas têm sido amplamente exageradas, e a maioria dos riscos do excesso de peso na realidade resultam de pouca atividade física.
A indústria da obesidade, que movimenta 40 bilhões de dólares também tem abastecido a histeria da obesidade. Como apontou o redator chefe do jornal The New England Journal of Medicine: “Os médicos têm estado intensamente envolvidos com a indústria farmacêutica, especialmente com formadores de opinião e aqueles em altas posições de destaque acadêmico. Este envolvimento foi, em muitos casos, bastante profundo. Isto tudo envolvendo áreas de consultoria, serviços de palestras e câmaras técnicas. E, ao mesmo tempo, alguns desses indivíduos conflitados financeiramente estiveram produzindo materiais sobre obesidade, palestras, e artigos sobre obesidade em grandes jornais.
A indústria farmacêutica em particular, tem posto seus enormes recursos por trás das pesquisas que grosseiramente exageram os riscos de saúde e os custos por se estar acima do peso. E. é claro, uma vez que eles nos convençam do problema, fabricantes de medicamentos irão vender a cura. Em resumo, diz Paul Ernsberger, Professor de Medicina, Farmacologia e Neurociência na Universidade de Case Western Reserve: “Fatores econômicos encorajam um exagero sistemático dos riscos de saúde da obesidade”.
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